Homem é encontrado morto em posto de combustível em Querência

Vítima, que seria andarilho, foi localizada com sinais de violência; Polícia Civil investiga possível homicídio

Um homem foi encontrado morto na manhã deste sábado (14) nas dependências de um posto de combustível no município de Querência. A ocorrência mobilizou equipes da Polícia Militar e da Polícia Civil.

De acordo com informações da Polícia Militar, a guarnição foi acionada após um funcionário do estabelecimento relatar que, ao chegar para iniciar o turno de trabalho, uma funcionária encontrou um homem coberto por um cobertor e com o corpo ensanguentado, aparentemente sem vida.

Os policiais se deslocaram imediatamente até o local e constataram que a vítima já estava sem sinais vitais, apresentando rigidez cadavérica, conhecida como rigor mortis. O corpo permanecia coberto por um cobertor e não foram identificados sinais de vida.

Diante da situação, a Polícia Civil foi acionada e assumiu a coordenação da ocorrência, realizando os procedimentos necessários para a preservação do local até a chegada da perícia técnica, responsável pela análise da cena e remoção do corpo.

Informações preliminares repassadas por caminhoneiros que estavam nas proximidades indicam que o homem e outro indivíduo, ambos identificados como andarilhos, vinham dormindo no local nos últimos dias. Um dos caminhoneiros relatou ter ouvido, na tarde do dia anterior, uma discussão entre os dois homens. Segundo ele, durante o desentendimento, um deles teria ameaçado matar o outro e depois seguir viagem para Água Boa.

Até o momento, a identidade da vítima não foi divulgada e também não há confirmação sobre a identificação do possível suspeito. O caso foi registrado inicialmente como morte violenta a esclarecer, com suspeita de homicídio.

Caso seja confirmada a prática de homicídio, o responsável poderá responder pelo crime previsto no artigo 121 do Código Penal Brasileiro, que prevê pena de 6 a 20 anos de reclusão. Se forem constatadas circunstâncias qualificadoras — como motivo fútil, meio cruel ou impossibilidade de defesa da vítima — a pena pode aumentar, chegando a 12 a 30 anos de reclusão.

A Polícia Civil segue investigando o caso para apurar as circunstâncias da morte, identificar a vítima e localizar possíveis envolvidos no crime.



Redação: Hedianne Alves
Liberdade FM

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